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terça-feira, 26 de julho de 2011

INFIDELIDADE CONJUGAL. O QUE FAZER!!??

Provavelmente pouquíssimas são as pessoas que gostaríam de tratar, ou até mesmo de considerar este assunto. Porém., apesar de complexo e de ser de uma delicadeza extrema., é uma situação que nem os cristãos, com todos os "conhecimentos" e seriedade do caso, escapam da situação.`                                           É o fim de um casamento diante de tal problema!!??
É possível restaurar um casamento diante de uma situação de infidelidade!!??
Mas afinal, o que diz a biblia à respeito do assunto!!??
Segundo as Escrituras, o adultério ou outra grave imoralidade sexual não corta automaticamente os laços maritais., mas "concede ao cônjuge inocente um motivo válido para isso".
Neste caso, optar pelo divórcio, se tornaría legal e correto, mesmo diante de Deus.(Mat. 5:32; 19:9)
Interessante quando Jesus salienta no versículo 11 de uma "classe especial"., sugerindo que o cumprimento e a direção desta palavra é para poucos. " ... Mas só aqueles a quem foi concedido." Supondo que a minoría suporta tal situação.
Por outro lado, à vista de Deus, o divórcio obtido quando não há base bíblica.,  para Ele não liberta a nenhum dos cônjuges a se casar de novo.
O apóstolo Paulo aconselha os casados: “A esposa não se afaste de seu marido; mas, se ela realmente se afastar, que permaneça sem se casar, ou, senão, que se reconcilie novamente com seu marido; e o marido não deve deixar a sua esposa.” — 1 Cor. 7:10, 11.
O inocente pode, porém, decidir não usar isso como base para provar sua liberdade bíblica para se casar de novo. Talvez o adultério ou a grave imoralidade sexual do cônjuge já tenha acontecido muitos anos atrás. O inocente pode ter vivido por muitos anos com o cônjuge no arranjo marital depois do ato imoral., embora desconhecido na época,  e antes da separação. Portanto, embora divorciado, o inocente talvez queira perdoar o erro que ocorreu no passado, achando que teria feito isso se o assunto tivesse sido revelado então. (Efé. 4:32) O inocente talvez tenha esperanças de se reconciliar novamente com o cônjuge anterior e casar-se de novo legalmente com ele.
Que dizer então da outra situação, da pessoa que ainda está casada e que, depois de ter perdoado um ato de adultério, mais tarde fica sabendo de outros atos de imoralidade sexual ou perversão do cônjuge culpado, atos cometidos antes de se conceder tal perdão?
Isso daria ao cônjuge inocente a oportunidade de reconsiderar o assunto.
A Bíblia mostra que até mesmo Deus encara a prática do pecado como sendo muito mais séria do que um único ato de pecado. (1 João 1:8 a 2:1; 3:4-6)
Embora um homem ou uma mulher talvez esteja disposto a perdoar um único ato de adultério, ele ou ela talvez pense de modo diferente sobre perdoar uma prática de erros sexuais durante um período prolongado. Em tal caso, alguns talvez decidam novamente perdoar ao cônjuge culpado., mas outros talvez queiram usar esta nova evidência para obter um divórcio e para se casar de novo.
Isto se aplicaria tanto aos separados como aos que ainda vivem juntos como marido e mulher.
No entanto, atos de infidelidade conjugal não perdoados no passado podem fornecer o motivo para assentar biblicamente o direito de cortar os laços conjugais à vista de Deus.
Naturalmente, quem decidir fazer isso deve estar disposto a arcar com essa responsabilidade perante seu Criador. Quanto a qualquer ato de infidelidade conjugal, ser usado como base bíblica para a obtenção dum divórcio ou para assentar o direito de se casar de novo.

• Em casos de adultério, existem circunstâncias em que a parte culpada pode obter divórcio e ser considerada  como livre para se casar de novo?

As palavras de Jesus, em Mateus 5:31, 32 e 19:9, mostram que, se um dos cônjuges cometer “fornicação” (em grego: porneía)., constitui o "único" motivo de divórcio válido aos olhos de Deus. Suas palavras indicam também que Deus concede ao cônjuge inocente o direito de terminar o casamento, de produzir a dissolução dos vínculos matrimoniais.
Deve-se notar, porém, que não é um simples ato de fornicação que dissolve estes vínculos. O cônjuge inocente pode escolher perdoar o ato errado do cônjuge adúltero. Em tal caso, os laços matrimoniais permanecem intactos. Portanto, o fator determinante, em todos os casos, é a decisão do cônjuge inocente, quer de perdoar, quer de recusar-se a perdoar ao cônjuge adúltero.
Mas o que se dá quando — depois de o cônjuge cometer “fornicação” — o cônjuge inocente daí se negar a aceitar de volta o tal, talvez negando-se a morar na mesma casa com ele, ou, mesmo morando na mesma casa, negando-se a ter relações sexuais com o culpado, sem contudo procurar um divórcio legal nos tribunais do país?
O que se dá se esta situação continua por um período extenso, talvez um ano ou mesmo anos, privando assim o cônjuge, que cometeu o erro, de ter relações sexuais honrosas por seu cônjuge lhe conceder os direitos conjugais?
A Bíblia mostra que os casados não devem negar os direitos maritais “exceto por consentimento mútuo, por um tempo designado”, portanto, apenas temporariamente, visto que de outro modo poderia surgir facilmente uma tentação. (1 Cor. 7:2-5)
Privar o cônjuge de seus direitos conjugais por um tempo prolongado ou ilimitado seria um proceder desamoroso. Se o cônjuge que não adulterou fizesse isso, constituiria evidência de que não se concedeu realmente perdão do ato adúltero.
Para todos os fins e propósitos, o cônjuge não-adúltero teria assim rejeitado o ofensor ou a ofensora como seu cônjuge. E, conforme se viu, a dissolução bíblica do matrimônio depende da decisão do cônjuge não-adúltero, de perdoar ou de não perdoar o ato de “fornicação” por parte do outro cônjuge.
Ao ‘recomendar-se a toda consciência humana’, naturalmente, o cristão esforçar-se-á devidamente em obter tal reconhecimento legal por parte do Estado, quer para o casamento, quer para o divórcio. (2 Cor. 4:2)
Mas, este reconhecimento legal não é o fator vital; a decisão judicial de Deus é que é.
Sendo assim, e visto que a decisão do cônjuge não-adúltero, de perdoar ou de não perdoar, é o fator decisivo na dissolução do matrimônio., o que poderá fazer o cônjuge culpado quando confrontado com uma situação em que o cônjuge não-adúltero não lhe perdoou, contudo, não quer formalizar a dissolução do matrimônio perante a lei jurídica?
O cônjuge culpado pode tomar ação para demonstrar que ele ou ela na realidade foi rejeitado(a) pelo cônjuge não-adúltero e formalizar a situação legalmente.
Apesar de tratar talvez do caso mais complexo e delicado, já que trata de casal., e o casal é o inicio de uma familia., e a familia é a estrutura vital de pessoas., devem ser tomadas atitudes coerentes., consertos e acertos de acordo com a vontade suprema de Deus.
Deus abençoe a todos!!!

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