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sábado, 10 de setembro de 2011

JOHN STOTT X AMY WINEHOUSE






Nestes dias morreram os britânicos JOHN STOTT  e  AMY WINEHOUSE.
Stott morreu aos 90 anos. Amy morreu aos 27 anos.
Stott morreu de complicações decorrentes da idade.
Amy morreu de "causas desconhecidas", mas, ao que tudo indica, ocasionada por complicações de uso excessivo de drogas e álcool.
Stott morreu em casa ouvindo "O Messias" de Handel e cercado por amigos que se revezavam na leitura de textos biblicos.
Amy morreu em casa. Sozinha.
Stott escreveu dezenas de livros de conteúdo cristão que se tornaram luzeiros para a fé de milhões de cristãos em todo o mundo. Obras como "Crer é também pensar", "A cruz de Cristo", "Ouça o Espírito, ouça o Mundo", e diversas outras obras.
Ao lado de BILLY GRAHAM fundou o Movimento Internacional de Evangelização Mundial Lausanne. Dedicou sua vida ao treinamento e ao ensino de milhões de líderes nas regiões mais carentes de treinamento teológico do mundo, dentre elas, a América Latina.
Amy se tornou conhecida por sua melodiosa voz que cantava letras que evocavam tristeza, desespero e solidão. Ela enterrou seu próprio coração em uma das suas canções.
Stott sempre será lembrado pela sua simplicidade, humildade e dedicação em defessa da causa do Evangelho;
Amy sempre será lembrada por suas perfomances de embriaguez e seu uso de drogas. Por sua aparência cada vez mais frágil diante da luta perdida contra o vício.
Em todo o mundo, apenas os cristãos protestantes lamentaram a morte de Stott. Não foi noticiado por nenhuma grande rede de TV. Nenhum jornal ou revista da chamada "midia secular"  escreveu nem mesmo uma nota sobre sua morte. Mas, sua vida está escrita na memória e no coração de milhões.
Em todo o mundo, a morte de Amy foi noticiada exaustivamente. TV, rádio, jornais e revistas dedicaram páginas e páginas, horas e horas de cobertura a morte "prematura" daquela jovem "tão promissora" que seguia o exemplo de tantos outros antes dela.
John Stott foi pranteado com esperança por aqueles que eram seus amigos e compartilhavam sua fé em que a morte é apenas o início de uma abundante e plena vida ao lado de Cristo na eternidade.
Amy foi pranteada por milhões de fãs e "amigos", conhecidos e desconhecidos, e principalmente por seu pai e sua mãe, que não cansavam de repetir: "Nos últimos dias ela estava bem". Seu pranto era pela perda. E apenas isso. Talvez muitos deles pensem que a morte "é o fim". Amy agora sabe que não é.
Stott morreu numa casa simples, num acampamento para idosos, propriedade da Igreja Anglicana.
Amy morreu numa bela mansão em um bairro nobre de Londres.
Stott não deve ter deixado nenhuma herança material. Mas sua herança espiritual é inestimável.
Amy deixou milhões de dólares, cuja parte o pai reverterá para ajudar no tratamento de pessoas vítimas do álcool e das drogas. Talvez seja uma forma de "dar sentido a tudo isso".
Stott sempre estava sorrindo.
Amy parecía não ter motivos para ser feliz.
Parece que para o mundo a morte de Stott não fez nenhuma diferença.
Mas, é notório que para o mundo, a morte de Amy foi uma perda inestimável.
Stott morreu crendo na suficiência única e exclusiva do sacrifício de Cristo para ofertar graciosamente ao homem a salvação.
Amy não sabemos no que ela cría. Mas, por sua vida, pode se  afirmar que não havía experimentado uma nova vida em Cristo. NEle há esperança. NEle há alegria. NEle há sentido para o que fazemos.
Stott morreu e ganhou a salvação em Cristo.
" QUE  ADIANTA  AO  HOMEM  GANHAR  O  MUNDO  INTEIRO  E  PERDER  A  SUA  ALMA?"
(Colaboração Lauro Cruzaltens Filho)

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